Estúdio de Palworld só contrata quem prova jogar bastante no Steam
Publicado em 23 de janeiro de 2026 às 17:04
2 min de leituraEmbora os membros do estúdio Pocket Pair não passem a maior parte de seu tempo jogando, a desenvolvedora só contrata quem tem familiaridade com diversos games. Segundo o CEO da criadora de Palworld, Takuro Mizobe, perfis do Steam são um elemento importante do processo de contratação da empresa.
No X, ele explicou que exige que todos que concorrem a uma vaga compartilhem uma captura de tela de seu histórico de jogo. "De fato, se você não joga games no Steam, você não vai passar da fase de análise de currículos", explicou Mizobe. E ele afirma que essa não é a única fase que envolve o histórico na loja.
ポケットペアはプランナーにはSteamのゲームのプレイ履歴のスクリーンショットを提出して貰っています。(そもそもSteam未プレイの人は書類選考通過しない)…
— Takuro Mizobe | Palworld (@urokuta_ja) January 23, 2026
Segundo o CEO da criadora de Palworld, as capturas de tela são usadas como base para perguntas que são feitas em fases de teste seguintes. Nelas, a desenvolvedora questiona os candidatos sobre as mecânicas e sistemas de gameplay que eles consideram interessantes entre os títulos que mais jogaram.
Estúdio de Palworld quer jogadores hardcore do Steam
Mizobe também explicou que a desenvolvedora busca por profissionais que, a partir de seus históricos de gameplay, saibam explicar porque um título se destacou em seu gênero. Enquanto ela também aceita capturas de tela de históricos no PS5 e no Xbox, sua prioridade no momento realmente são jogadores hardcore do Steam.
A Pocketpair elabora várias perguntas a partir dos perfis que analisa. Imagem: Divulgação/Pocketpair
"Se o número de games jogados no Steam for 0, vamos, por princípio, ignorá-los. Queremos colegas que joguem games independentes que só estão disponíveis no Steam", explicou. A decisão faz sentido quando se leva em consideração que Palworld e outros trabalhos do estúdio se encaixam nessa descrição.
Além do jogo com criaturas, a desenvolvedora também apostou em experiências de sobrevivência como Craftopia e em um spin-off de fazenda de sua principal série. Ela também criou há pouco tempo um selo de publicação destinado a dar apoio a jogos independentes lançados na loja da Valve.
Quem não joga no Steam sequer é considerado pela empresa. Imagem: Divulgação/Pocketpair
Conforme explica o site Automaton-Media, a postura de Mizobe reflete seus próprios hábitos como jogador. Antes de Palworld explodir em popularidade, o executivo explicou que seu time jogou muito Rust, Terraria, Conan Exiles, Minecraft e Valheim para obter inspirações para seus designs e construção de mundo.
Jogue junto!
No Rest for the Wicked grátis para jogar na Steam; baixe agora
Fonte: Adrenaline
Leia também
- Estúdio de Splitgate trabalha em sucessor espiritual para Titanfall

A 1047 Games, desenvolvedora que fez seu nome com a série Splitgate, estaria trabalhando em um “sucessor espiritual” para Titanfall. As informações ainda não são oficiais, mas o pessoal do Insider Gaming afirma que teve acesso a um vídeo de gameplay do projeto em pré-alfa, atualmente com o codinome Empulse.
💬 0 - Diablo quase foi cancelado: estúdio à beira da falência foi salvo pela Blizzard no último segundo

Diablo é hoje uma das franquias mais icônicas da história dos games, mas o ARPG que definiu um gênero quase nunca chegou às prateleiras. O projeto nasceu completamente falido, com o governo literalmente à porta do estúdio, e só sobreviveu graças a uma proposta de aquisição feita pela Blizzard no último segundo.
💬 0 - Após jogar Pragmata, jogadores querem começar uma família
Pragmata foi lançado na última sexta-feira e seu sucesso é inegável. O título vendeu mais de um milhão de cópias nos dois primeiros dias e as redes sociais estão repletas de elogios. Porém, uma reação inesperada é que muitos jogadores estão comentando que querem formar uma família após a experiência.
💬 0