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PlayStation 5 tem chaves de ROM vazadas — hack do bootloader pode ficar mais fácil
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PlayStation 5 tem chaves de ROM vazadas — hack do bootloader pode ficar mais fácil

Publicado em 1 de janeiro de 2026 às 20:00

2 min de leitura

O ano de 2026 começa com um terremoto para a divisão de segurança da Sony. Nas últimas horas de 2025, hackers confirmaram o vazamento das PS5 chaves ROM, códigos de nível fundamental que protegem a inicialização do console.

Diferente de exploits anteriores baseados em software, este vazamento atinge a raiz de confiança do hardware, permitindo que desenvolvedores desencriptem e analisem o bootloader do PlayStation 5.

A falha é considerada impossível de ser corrigida via atualização de firmware para as unidades já fabricadas, o que pode transformar o cenário de modificações e homebrew permanentemente.

Este incidente coloca a segurança do console em uma posição delicada, similar ao que ocorreu com o PlayStation 3 na década passada.

Segundo informações divulgadas pelo portal The CyberSec Guru, as chaves vazadas permitem compreender a “Cadeia de Confiança” do sistema desde o momento em que o botão de energia é pressionado.

Para a comunidade, isso significa que o caminho para um jailbreak definitivo, que não exige reaplicação a cada reinicialização, está muito mais curto.

As chaves vazadas permitem compreender a ‘Cadeia de Confiança’ do sistema desde o momento em que o botão de energia é pressionado

O que são as chaves de BootROM?

Para entender a gravidade, é preciso olhar para o hardware do console: o PlayStation 5 utiliza uma APU customizada da AMD que contém códigos gravados fisicamente no silício durante a fabricação. Este é o BootROM (Nível 0).

Sua função é verificar se a próxima etapa da inicialização (o Bootloader) é legítima e assinada pela Sony. As chaves agora públicas são as ferramentas usadas para essa verificação.

Até hoje, a maioria dos hacks explorava vulnerabilidades no Kernel (o sistema operacional) ou no navegador Webkit. A Sony podia fechar essas brechas com uma simples atualização de sistema. Com o acesso às chaves de ROM, hackers podem:

• Desencriptar e estudar o Bootloader (Nível 1).

• Entender como o console valida o sistema operacional.

• Criar, teoricamente, firmwares customizados (CFW) que rodam nativamente.

Reprodução/Imagen 4

Fonte: Adrenaline

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