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Robô humanoide “Moya” estreia na China prometendo simula temperatura corporal e anatomia humana

Publicado em 8 de fevereiro de 2026 às 12:00

1 min de leitura

Enquanto a maioria das empresas de robótica (como a Tesla com o Optimus) evita fazer robôs muito parecidos com humanos para não cair no "Vale da Estranheza", a startup chinesa DroidUp decidiu correr na direção oposta. Apresentada no polo de robótica de Xangai, a robô Moya quer ser o mais humana possível, inclusive na temperatura.

Pele quente e anatomia

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O grande diferencial da Moya é o sistema de aquecimento interno. Sua pele de silicone é projetada para manter uma temperatura constante entre 32°C e 36°C, simulando o calor humano ao toque. Segundo o fundador Li Qingdu, isso serve para gerar familiaridade e aceitação em funções de assistência e companhia.

Por baixo da pele, a engenharia impressiona:

• Peso: Apesar de ter 1,65m de altura, ela pesa apenas 30 kg graças a materiais leves.

• Estrutura Modular: A plataforma permite trocar a "carcaça" externa, podendo transformar a robô de uma fisionomia feminina para masculina sem alterar o hardware interno.

• Biomimetismo: Ela possui camadas macias sob o silicone para imitar tecidos musculares e até uma estrutura que simula a caixa torácica.

O Preço do Realismo

A DroidUp afirma que a andatura de Moya tem 92% de semelhança com a de um humano, embora observadores iniciais considerem essa estatística otimista. O foco comercial será em hospitais (assistência sanitária), recepção de empresas e companhia doméstica.

Mas ter uma "companheira" quase viva custará caro. O lançamento está previsto para o final de 2026 pelo equivalente a R$ 950.000 em conversão direta.

Fonte: Hardware.com.br

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