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Deloitte prevê que hype da IA irá diminuir em 2026, mas ganhará escala em data centers e agentes autônomos

Publicado em 28 de dezembro de 2025 às 16:00

1 min de leitura

A consultoria Deloitte divulgou suas previsões para tecnologia, mídia e telecomunicações em 2026. O relatório destaca que o barulho em torno da inteligência artificial vai diminuir, dando lugar a avanços concretos na implementação em larga escala. Foco em tarefas como limpeza de dados e integração de sistemas, em vez de novos modelos chamativos.​

IA generativa dentro de apps domina o uso diário

Usuários vão preferir IA embutida em ferramentas cotidianas, como motores de busca, a apps isolados. A Deloitte estima que o acesso passivo a sínteses de resultados será 300% mais comum no dia a dia. Isso democratiza o uso, sem necessidade de prompts elaborados.​

Poder computacional explode em inferência

Executar modelos de IA, chamado de inferência, consumirá dois terços da capacidade total até 2026. Contrariando apostas em chips baratos de borda, o grosso virá de data centers novos, avaliados em US$ 500 bilhões, e servidores empresariais com chips potentes de US$ 200 bilhões.​

Agentes autônomos e robôs ganham tração

O mercado de agentes de IA pode saltar para US$ 45 bilhões até 2030 com boa orquestração entre sistemas. Já robôs industriais atingem base instalada de 5,5 milhões em 2026, com vendas anuais dobrando para 1 milhão até 2030, puxadas por falta de mão de obra e chips avançados.​

Mercados emergentes como Brasil impulsionam podcasts em vídeo, com receitas globais de US$ 5 bilhões, e microsséries verticais, que dobram para US$ 7,8 bilhões. Satélites de baixa órbita conectam 15 milhões de assinantes, enquanto soberania tecnológica atrai US$ 100 bilhões em investimentos locais.

Fonte: Hardware.com.br

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