
Ranking definitivo dos melhores jogos de Silent Hill pelo Metacritic
Publicado em 4 de outubro de 2025 às 08:56
3 min de leituraA franquia Silent Hill é uma das mais icônicas no gênero de survival horror, conhecida por suas histórias profundas, atmosferas opressivas e monstros que refletem medos psicológicos. Desde o lançamento do primeiro jogo em 1999, a franquia passou por altos e baixos, com entradas principais, spin-offs e remakes recentes. Neste artigo, confira os jogos com base em suas recepções críticas. Vamos começar pelo pior e ir até o melhor, explorando o que cada um oferece.
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#12: Silent Hill: The Short Message – 52 de Metascore
O jogo se passa em um prédio abandonado onde a protagonista Anita lida com mensagens misteriosas e visões aterrorizantes. É uma experiência curta, projetada como uma introdução gratuita à franquia, focando em temas de bullying e saúde mental. A narrativa tenta ser impactante, mas acaba sendo previsível em muitos momentos, com puzzles simples que não desafiam muito o jogador.
A recepção crítica foi mista, com elogios à acessibilidade para novos jogadores, mas críticas à duração curta e ao enredo superficial. Para fãs antigos, pode parecer uma entrada superficial, mas serve como um lembrete do potencial da franquia em explorar questões emocionais. No geral, é visto como um passo experimental que não atinge o patamar das melhores entradas.
#11: Silent Hill: Book of Memories – 58 de Metascore
Esse spin-off adota um formato de dungeon crawler com elementos multiplayer, onde jogadores criam personagens e exploram zonas geradas proceduralmente. O foco está em coletar itens e combater monstros, com um livro mágico que altera a realidade. É uma partida radical da fórmula tradicional, tentando atrair um público mais casual.
A jogabilidade inclui customização de habilidades e cooperação online, o que poderia ser divertido em teoria, mas na prática sofre com controles imprecisos e repetição excessiva. Os temas de horror psicológico são diluídos em favor de ação, fazendo com que o jogo perca a identidade da franquia. Os monstros, embora inspirados nos clássicos, parecem genéricos nesse contexto.
#10: Silent Hill: Downpour – 64 de Metascore
O protagonista Murphy Pendleton escapa de uma prisão e acaba em Silent Hill, enfrentando chuvas torrenciais que intensificam o horror. A história explora temas de culpa e redenção, com escolhas que afetam o final. É uma tentativa de retornar às raízes, com exploração aberta e puzzles ambientais.
A mecânica de combate é desajeitada, com armas que quebram facilmente, forçando o jogador a fugir mais do que lutar. Os ambientes variados, como minas e parques abandonados, criam uma atmosfera úmida e opressiva. No entanto, bugs técnicos e loadings longos prejudicam o fluxo do jogo.
#9: Silent Hill: Homecoming – 70 de Metascore
Alex Shepherd retorna à sua cidade natal para investigar o desaparecimento do irmão, descobrindo segredos sombrios. O jogo incorpora elementos de combate mais ação, inspirados em outros títulos de horror. A narrativa lida com traumas familiares e cultos, mantendo o tom psicológico.
O gameplay inclui sequências de luta com quick-time events e puzzles baseados em itens. Os monstros são inspirados na franquia, mas o foco em ação diminui a tensão. Os gráficos da época são decentes, com transições para o Otherworld que ainda impressionam.
Fonte: GameVicio
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